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segunda-feira, novembro 01, 2010

Uma vitória acachapante: Dilma Presidenta do Brasil!

Aguardei ansiosamente até que o TSE apurasse todas as urnas para publicar o post da vitória.
Desde a redemocratização somente Lula ostentou índices maiores do que Dilma na eleição de ontem.
Nem Collor, nem Fernando Henrique Cardoso chegaram nos 56,05%!
Globo, Folha, Estadão e Veja continuarão sua "luta" pelo golpe. É uma questão de defesa de direitos. O direito de propriedade deles contra todos outros direitos daqueles que não são das oligarquias midiáticas.
Espero que a mobilização ocorrida no segundo turno da campanha se transforme em milhares de iniciativas para o fortalecimento da Democracia.
Desejo um governo cada vez mais Democrático e Social e confio que Dilma de o Partido dos Trabalhadores erradicarão a miséria nesses próximos quatro anos.
Sem medo de ser feliz!
Ole, ole, ole, olá... Lula ... Dilma!!!


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Geração do Arquivo: 01/11/2010 hora: 13:28:11


Seções: 400.001
Seções Apuradas: 400.001 (100,00%)
   
Eleitorado: 135.804.433
Apurado: 135.803.366 (99,99%)
Abstenção: 29.197.152 (21,50%)
Comparecimento: 106.606.214 (78,50%)
   
Votos: 106.606.214
Brancos: 2.452.597 (2,30%)
Nulos: 4.689.428 (4,40%)
Válidos: 99.463.917 (93,30%)
 
Seq.Nº Cand.Nome CandidatoPartido / ColigaçãoQtde. Votos
113PT - PRB / PDT / PT / PMDB / PTN / PSC / PR / PTC / PSB / PC do B55.752.529 (56,05%)
245PSDB - PTB / PPS / DEM / PMN / PSDB / PT do B43.711.388 (43,95%)

quinta-feira, março 25, 2010

Lula: parábolas e metáforas conduzem o debate político brasileiro

Mais um dos vários momentos em que o Lula demonstra a sua habilidade ímpar para pautar o debate político. Desta vez o discurso é sobre a democratização dos meios de comunicação.
Os 83% de aprovação não são a toa...

quarta-feira, abril 30, 2008

O outro Lula

Excelente postagem do Alon que copio em parte para que nossos visitantes leiam.

"À espera de uma catástrofe (29/04)

Coluna (Nas entrelinhas) publicada hoje (29/04/2008) no Correio Braziliense.

Falta um Lula a Lula. Alguém relevante que esteja disposto a liderar o país em torno de um projeto diferente do do petista, e que esteja pronto para os sacrifícios decorrentes da opção

Por Alon Feuerwerker
alon.feuerwerker@correioweb.com.br

Para acessar todo o conteúdo clique aqui.
No final do ano passado postei sobre o papel da oposição no episódio do fim da CPMF. Resumidamente defendi que o sucesso da estratégia política do DEM-PSDB seria a obtenção de grau "suma cum laude".
Mas, para ser Oposição (em maiúculas), não basta ganhar uma disputa localizada.
A atual oposição é incompetente para propor um projeto alternativo ao do atual governo. Suas propostas estão permeadas de ácaros udenistas e são irrespiráveis atualmente.
Os recentes números da pesquisa de opinião sobre o governo Lula e sobre o Presidente Lula apresentam índices dificilmente alcançáveis quando se trata de popularidade de políticos. Nada mais, nada menos 89% aprovam o governo do metalúrgico (com ou sem ressalvas). Somente 11% desaprovam completamente. 70% confiam no Presidente Lula e 50,5% querem um terceiro mandato.
Se a democracia é um regime político que se legitima pela maioria, o atual governo tem legitimidade suficiente para implementar mudanças profundas no país.
Alguns "analistas políticos" têm dito que esses resultados se devem ao bom momento econômico que o Brasil atravessa. Ora, ora... E o bom momento econômico que o país atravessa não é conseqüência de um bom governo??? Isso parece aquela situação do aluno, do professor e da nota. Se a nota é 10, foi o aluno que tirou. Agora, se ela é 3, foi o professor quem deu.
Invertidas as atuais condições econômicas, certamente, o governo enfrentaria problemas políticos de popularidade. Ciente disso, o Presidente Lula não abandona os dogmas da política econômica que garantem o seu governo. Custe o que custar (e os diretores do BC sabem bem disso!).
Penso que essa situação de dogmatismo perdurará até o momento em que a nova classe média que surgiu com a melhoria na distribuição de renda possa se solidificar, criando assim condições mínimas para exercício da cidadania.
A partir de então, as possibilidades de melhor distribuição de riquezas se multiplicarão, assim como a própria sociedade política organizada poderá assumir o papel de povo na disputa pela hegemonia das políticas públicas e no controle do Estado. Deixando para trás coronéis, enxadas e votos.